quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Jesus foi aonde ela estava, segurou sua mão e ajudou-a a se levantar.


5º Domingo do Tempo Comum (Ano B):  
 Jó 7,1-4.6-7; Sl 147(146); 1Cor 9,16-19-22-23; Mc 1,29-39


No evangelho, Jesus, acompanhado de Tiago e João, chega à casa de Simão e André. Ao ser informado que a sogra de Simão estava enferma, ele se aproximou, segurou sua mão e ajudou-a levantar-se (v.31). A cura dessa mulher é como um convite para seguir o Mestre e colocar-se a serviço do Reino. Jesus proclama a Boa Nova da salvação, consolando, curando, libertando as pessoas de todos os males e aflições. Mesmo os que se opõe ao seu plano de amor, O reconhecem como o Enviado de Deus, cuja força do Espírito se manifesta nas palavras e gestos misericordiosos. Os discípulos, porém, ainda não reconhecem o significado pleno da atuação de Jesus. A fé em Cristo, o Filho de Deus será professada plenamente depois de sua morte e ressurreição. Jesus se manifesta como o Messias sofredor, até a entrega total na cruz.

A 1ª leitura mostra que Jó, em meio às provações, não encontra consolo nos amigos (cf. 2,11), pois eles consideram o sofrimento como castigo de Deus. Jó procura entender o sentido da vida e do sofrimento e clama ao Deus da aliança: Lembra-te que minha vida é um sopro. A resposta ao mistério do sofrimento está em Cristo, que carregou as dores da humanidade por amor até o fim. O salmo ensina a confiar plenamente em Deus, que conforta e cura os corações esmagados pela dor. Paulo, na 2ª leitura, proclama a salvação de Deus com gratuidade: Ai de mim, se eu não anunciar o evangelho. Por causa da Boa Notícia de Cristo, ele se torna livre para servir a todos.

Jesus revela a presença amorosa de Deus, carregando nossas dores e sofrimentos, ensinando-nos a continuar a construção de um mundo novo. Que o exemplo de Paulo nos ensine a viver em Cristo e assumir a missão com ardor apostólico.

(Extraído da Revista de Liturgia)


Oração 

Velai, ó Deus, sobre a vossa família
 com incansável amor e,
como só confiamos na vossa graça,
guardai-nos sob a vossa proteção.
Por Cristo, nosso Senhor.
Amém.



terça-feira, 29 de agosto de 2017

Vídeos sobre Liturgia

Ótimos vídeos sobre Liturgia.

Missa nossa Ceia com o Senhor, produzido pela Paulus e Verbo Filmes com a assessoria da Rede Celebra:


Programa Liturgia na TV, produzido pela TV Século XX:


Celebração Dominical da Palavra, produzido pela Paulus e Verbo Filmes.


Um canto para cada Tempo Litúrgico, produzido pela Paulus e Verbo Filmes em parceria com a Rede Celebra:







terça-feira, 14 de março de 2017

Senhor, dá-me dessa água.

III Dom. Quaresma (Ano A). Ex 17, 3-7; Sl 94 (95) Rm 5, 1-2. 5-8; Jo 4, 5-42

Jesus chega a Sicar, na Samaria, cuja população é composta de descendentes de israelitas e de povos estrangeiros, forçados a imigrar após a conquista da região pela Assíria (2Rs 17,24-41). A história da mulher representa, sobretudo, o povo samaritano, com sua religiosidade e divindades, simbolizadas, talvez pelos cinco maridos. O diálogo com Jesus sobre o culto e o Messias, revela a busca mais profunda da mulher e de todo o povo excluído ao qual pertence. Junto ao poço patriarcal, a mulher descobre a Fonte que sacia a sede em plenitude. O Messias, enviado por Deus, oferece o dom da água, símbolo do Espírito, que dá a vida eterna (7,37-39). O Espírito leva a conhecer e adorar a Deus como Pai, em verdade, inaugurando um culto novo. Os discípulos não compreendem a atitude de Jesus. Jesus, porém, declara: O meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e levar a termo a sua obra (v.34). O encontro com Jesus e a escuta de sua palavra transforma a mulher. Também os samaritanos reconhecem que ele é verdadeiramente o Salvador do mundo (v.42).

Na 1ª leitura, Deus manifesta seu poder de salvação fazendo brotar água da rocha. A 2ª leitura destaca que Deus revelou seu amor gratuitamente em Cristo, libertando-nos do pecado e derramando em nós o Espírito Santo para nos guiar na vida nova em Cristo.

Jesus continua oferecendo a água viva, que sacia toda sede, promovendo a reconciliação e a superação dos preconceitos. Ele é o novo santuário, do qual brota a água do Espírito, que nos leva a viver uma nova forma de comunhão com o Pai e de relacionamento com os irmãos.
(Extraído da Revista de Liturgia)

Para refletir e partilhar:
01. Do que eu tenho sede? E o mundo, tem sede de que?
02. "O encontro com Jesus e a escuta da sua palavra transforma a mulher". Algo semelhante já aconteceu com você? Partilhe.
03. O que a água simboliza? Como você, sua família e comunidade cuidam da água e do nosso Planeta-Água?

Oração

Ó Deus das promessas,
derrama tua bondade generosa sobre nós.
Pela energia amorosa do teu Espírito,
guia-nos e conduze-nos nesta terceira semana da quaresma,
para que bebamos sempre da água que é Cristo,
fonte que jorra para a vida plena,
e o anunciemos por nossa vida e palavras.
Por Cristo, nosso Senhor.
Amém.